Total de visualizações de página

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Os Segredos de Jabulani, a Bola Oficial da Copa

Um assunto "chapa quente", que vem direto do site APOCALIPSE TOTAL: (www.apocalipsetotal.wordpress.com)

Para todo evento dessa magnitude como é a Copa do Mundo, sempre há interessados e interessados.... se esta história é leviana, ou uma invenção tola, aonde está a versão original...mas com certeza, o grosso dos milhões e milhões de dólares rolando vão sempre para uma camada muito "especial"..... 

Sem querer suportar histórias "fantásticas"ou "descabidas", como sempre, deixo para vocês lerem, pesquisarem mais, e quem sabe, descobrir por si sós...

Boa jornada;
=========================================================================

Jabbulani  possui uma forte assinatura illuminati sobre o número 11 . Ela representa os 11 jogadores de cada seleção, os 11 idiomas oficiais da África do Sul e as 11 tribos que formam a população sul-africana. E  “coincidentemente”  a copa começa no dia 11 de junho.
A palavra Jabulani  ou Jabulon é uma associação aos nomes  Javeh, Baal e On (Osíris, o deus-sol do Egito).   O culto ao deus sol é representado pelos manifestantes solares que são os principais  instrutores espirituais . A função de todos, segundo os aderentes da nova era, é unificar a humanidade
A Ordem Illuminati não é espiritualista ,  mas  eles aproveitam o  poder das manifestações de  Osíris para lucrarem com a copa. Isso pode ser visto no vídeo abaixo:
As embaixadas e os passes dos jogadores não são feitas  por uma bola e sim pelo sol de Osíris.  No primeiro passe a torcida é unificada com os jogadores. No segundo temos uma leve propaganda ao fundo da Coca Cola, um dos símbolos oficiais do capitalismo babilônico americano ( 24 segundos).
O Nome Jabulon faz parte do rito maçônico contido no grau do Real Arco que aparece tanto no Rito de York (o Inglês) como no REAA( Rito Escocês Antigo e Aceito). Jabulon   representa o caminho para o nome de deus. Mas para chegar a ele, podemos pegar qualquer um dos ritos, nesse caso usaremos o  – Grau 13 do   Real Arco no REAA.
Esse grau é dedicado à procura do Delta Sagrado.  O Delta sagrado ou luminoso é a imagem de deus, ou melhor a imagem da Besta descrita no livro de apocalipse.
Segundo a lenda do grau, Enoque teve um sonho onde viu nove arcos superpostos,  embaixo do último tinha uma placa triangular onde estava o nome do Delta Sagrado. Vale lembrar que até nos dias atuais os Judeus Cabalistas também buscam por esse nome  perdido.A partir desse ponto, o maçom aprende apenas a filosofia do grau e os verdadeiros mistérios permanecem ocultos.
Esse ocultismo foi criado pelos cavaleiros templários que descobriram o  segredo transformando-os em ritos de uma forma que o maçom não pudesse identificar o nome do prometido. O segredo das eras está nos seguintes itens desse grau:
A Loja representa o Templo de Enoque. Um subterrâneo abobadado e nove arcos sustentam a abóbada e sobre cada arco está um dos nove nomes de Deus.
Na verdade não seriam os nove nomes de deus e sim as nove letras do nome de Baha’’u’llah.
Após os nove arcos temos o delta sagrado que também representa a trindade satânica, por isso temos três triângulos, formando assim a estrela de nove pontas. Observe que apenas o sinal e o número do prometido foram revelados nesse rito.
2 – Os sinais
BATERIA – Cinco pancadas por dois e três (!! !!!). Quando o maçom faz essa batida ele está fazendo pedidos para a besta de dois chifres (!!) e depois a Besta de dois chifres novamente  e o Anticristo  (!!!) . As batidas são oferendas para  efera central de Bahá e suas proporções (1-1) e (1-1-1)
IDADE – 63 anos completos ou sete vezes o quadrado de três.  Somando temos: 6+3=9  // Três ao quadrado é igual a 9 e por último o 7.
Nove representa a unidade da humanidade;  e o sete , os sete chifres da besta que antecedem o oitavo rei, fechando assim o ciclo solar de Osíris visto no início do post.
E assim, a maçonaria é apenas um instrumento usado pelo bahaismo para criar o governo mundial.Como essa seita possui muito mais seguidores é mais fácil implantar o sistema através deles, pois as metas são as mesmas.
A unidade da humanidade (ou os seguidores do cristo cósmico) podem ser vistos nesse no vídeo da canção Waving flag,  música oficial da Copa:





No refrão abaixo,  a canção faz com que as pessoas invoquem o batismo com o falso espírito santo:
Me dê  liberdade //Me dê fogo ///Me de razão ///Me leve mais alto
Essa outra parte está de acordo com a unidade da humanida de Baha’u'llah que diz:A Terra é um só país e a humanidade seus cidadãos”:
Unidos seremos grandes, seremos fortes///Uma só nação/// Uma bandeira da liberdade.
É muito importante que esse refrão entre no coração do cidadão global, pois a sensação do batismo com o falso espírito santo é semelhante quando se marca um gol na copa.   É por isso  que o clipe começa justamente dessa forma.
Leia mais sobre a bola da copa em:
http://jesusofinaldetudo.blogspot.com/2010/05/copa-2010-e-sua-bola-sobrenatural.html


Pesquisadores Investigam Mensagens Secretas da Capela Sistina


Mais uma "afirmação" de cientistas estadunidenses, que indicam terem descoberto desenhos secretos anatomicos nos desenhos realizados por Michelangelo na Capela Sistina.... Ilusão? Fato? Uma verdadeira descoberta ou uma invenção maluca? You tell me...

A seguir:
=========================================================================


Em maio, cientistas da Universidade John Hopkins, nos Estados Unidos, afirmaram ter descoberto desenhos secretos de uma parte do cérebro, da medula e dos nervos óticos na cena "Separação da Luz e das Trevas" da capela Sistina, obra de Michelangelo no Vaticano. A descoberta de mensagens na obra não é uma novidade, vários estudos já foram feitos a esse respeito, porém pesquisadores brasileiros, autores do livro A Arte Secreta de Michelangelo, apontam para um aspecto importante: os afrescos abrem espaço para várias interpretações, todas elas com bom embasamento.


Para o professor Marcelo Ganzarolli de Oliveira, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), autor do livro ao lado do médico Gilson Barreto, a proposta dos cientistas americanos Ian Sulk e Rafael Tamargo é "muito bem elaborada" e demonstra os vários vieses que existem na pesquisa desses mensagens secretas.
"No livro, o Gilson identificou nesta cena uma representação do osso hióide, que se situa logo abaixo do maxilar inferior. A identificação do Gilson não envolve as formas do pescoço. Envolve o tórax e os braços do personagem. O artigo em questão mostra um aspecto importante destas análises. Em uma mesma cena, um cirurgião de cabeça e pescoço (Gilson) pode enxergar uma estrutura do pescoço (o osso hióide) enquanto neuroanatomistas (Sulk e Tamargo) podem enxergar estruturas neuroanatômicas", afirma Oliveira em entrevista ao Terra.
O pesquisador diz que outros cientistas já estudaram os desenhos secretos do artista (veja mais detalhes na aba "fotos", acima) na obra da capela e ajudam a explicar melhor as interpretações das pinturas. "Nos outros dois artigos já publicados sobre correlações anatômicas na capela Sistina, um nefrologista (Garabed Eknoyan) enxergou estruturas do rim e outro neuroanatomista (Frank L. Meshberger) também enxergou estruturas neuroanatômicas (um corte sagital do cérebro). Estes casos revelam os vieses que podem existir nestas interpretações. Evidentemente, as análises são bastante subjetivas e sujeitas a vários artefatos", diz Oliveira.
"Isso é claro, não tira o fascínio da pintura de Michelangelo e nem o brilho da criatividade de todos os autores que tentam interpretá-la", afirma o pesquisador.
Segundo pesquisa da Universidade John Hopkins, nos Estados Unidos, pode ser visto no pescoço de Deus, na cena Separação da Luz e das Trevas, na capela ... Foto: ReproduçãoSéculos de segredo
Da criação de Michelangelo à descoberta feita por Meshberger de um cérebro escondido na cena "Deus cria Adão", em 1990, foram quase 500 anos. Segundo o outro autor do livro, o médico Gilson Barreto, há basicamente três motivos para essa demora.
"In loco creio ser impossível fazer um estudo mais detalhado do teto pelo desconforto cervical e pelo tempo ou disponibilidade de acesso ao local. Após a restauração (da capela), uma série de livros de imagens das cenas foram publicados e desde então os estudos se aprofundaram. Hoje em dia, não há critico de arte que saiba anatomia, portanto tivemos que esperar interesse de pessoas de outras áreas", diz o médico.
Sobre o motivo que teria levado Michelangelo a esconder esses desenhos na capela, Barreto afirma que a resposta teria um fundo religioso, inclusive com interesse na cabala: "a mensagem mais provável é a de sua filosofia religiosa neoplatônica, inspirada no judaísmo. Não creio que havia interesse científico para tal realização". "Na realidade, creio que a única maneira que podemos avançar no seu trabalho (sobre a capela Sistina) seria estudar a correlação entre as peças anatômicas e a árvore da vida da cabala judaica. Temporalmente, os filósofos Marcilio Ficino e Pico de Mirandola eram cabalistas e podem ter influenciado Michelangelo quanto à motivação de sua obra. Curiosamente o esquema do teto da capela é semelhante ao da árvore da vida da cabala", diz o médico.
Contudo, Barreto também afirma que havia um grande interesse de Michelangelo pelo estudo da anatomia humana, representado nessas mensagens escondidas, apesar da destruição de seus estudos. "Alguns desenhos ele próprio destruiu, outros se perderam e alguns foram queimados no saque a Roma em 1527. Mas, o amor pela anatomia humana pode ser comprovada nos seus poemas, na sua obra, na sua biografia e na sua amizade com Realdo Colombo, médico e anatomista", afirma.
O médico diz ainda que outras cenas da capela, inclusive outras obras de Michelangelo, como a estátua Moisés, foram estudadas, a maioria retratada no seu livro feito em parceiro com Oliveira.

Sociedade Que Habitou Brasil Era Mais Complexa do Que se Pensava

Esse é um assunto que achamos muito interessante e que continua praticamente um mistério:
Qual o verdadeiro passado do Brasil e qual a verdadeira importância das sociedades que aqui existiram?
Será que já descobrimos TODAS as sociedades que existiram dentro de nosso país?

Para refletir.

A seguir:
=========================================================================

Pesquisadores examinam sambaqui em Santa Catarina Foto: Paulo Antônio Dantas de Blasis/Agência Fapesp/Divulgação


Pesquisa coordenada pelo professor Paulo Antônio Dantas de Blasis, do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo (MAE-USP), indica que as sociedades sambaquienses, que habitaram o litoral brasileiro durante um período entre 2 mil e 7 mil anos, mantiveram hábitos e culturas mais elaboradas do que se imaginava. As informações são da Agência Fapesp.
Os cientistas estudaram desde 2005 no litoral de Santa Catarina as sociedades que construíram morros conhecidos como sambaquis ("montes de conchas", em tupi-guarani). Essas comunidades ocupavam uma faixa do litoral brasileiro que ia da região Sul até o Nordeste. Contudo, elas desapareceram há cerca de mil anos. As construções foram observadas já pelos primeiros colonos europeus que chegaram ao País. "Mas, até hoje, sabemos muito pouco sobre a finalidade dos sambaquis", disse Blasis à agência.
Segundo os pesquisadores, entre as principais funções desses morros estava a funerária. Os mortos era enterrados em covas rasas e a pesquisa do material encontrado pelo estudo indica que eram feitas grandes festas funerárias que reuniam várias comunidades sambaquianas. Restos de comida eram depositados sobre os corpos, que depois ficavam sob conchas.
Os túmulos tinham forma de pequenos montes e eram construídos lado a lado, sendo que mais corpos eram colocados em novas camadas e, no final, formavam um único monte. Ao longo do tempo, o cálcio das conchas se espalha pela estrutura, que ficava petrificada.
Esse ritual funerário, além de outras descobertas, indica que essa sociedade era mais sofisticada do que pensava. "A maneira de tratar os mortos é bem característica de cada cultura", disse Blasis.
Ainda de acordo com o estudo, ao contrário do que se estimava, os sambaquianos não eram nômades, mas estabeleciam comunidades fixas, o que exigia um maior grau de organização. A pesquisa indica também que eles eram mais numerosos do que se imaginava, com milhares de comunidades espalhadas pela costa e que interagiam entre si, como indicam os rituais funerários.
Essa característica de interação entre as comunidades levou os cientistas à hipótese de que os sambaquis também funcionavam como um marcador territorial, para servir de aviso de que o local pertencia a determinado grupo. Para estudar essa hipótese, o grupo fez escavações e utilizou equipamentos como radares de superfície e instrumentos de datação de objetos com o método de carbono 14 e da luminescência opticamente estimulada.
Os pesquisadores afirmam ter criado um mapa do desenvolvimento dessa sociedade e construído uma "supercronologia regional". Participaram do estudo geólogos, bioantropólogos, geofísicos e arqueólogos, entre outros profissionais, além de especialistas em paleoclimatologia. "Essa especialidade diz sobre as oscilações do nível do mar, se há vestígios de mangue, se o ambiente era mais frio em relação ao clima de hoje ou se o solo era mais salgado comparado ao atual, entre outras informações", disse Blasis.
Os cientistas afirmam ainda que o Estado de Santa Catarina foi escolhido para o estudo por ter os maiores sambaquis remanescentes, já que a maioria dessas estruturas, que chegavam a 70 m de altura, foi destruída. A cal extraída dos sambaquis foi utilizada na construção civil entre os séculos XVII e XIV e, além disso, a degradação continuou pela ação humana até a década de 1970.
A pesquisa indica também que essa sociedade desapareceu de forma pacífica. "Nos ossos encontrados não há sinais de mortes violentas, o que sugere que os sambaquienses podem ter desaparecido de forma pacífica ao se miscigenar com outros grupos", afirmou Blasis.

ENTREVISTA SAMUEL - PROFETA?